quinta-feira, 27 de janeiro de 2011

Naquele dia, depois de uma noite de sono, tudo poderia acontecer. E aconteceu, fui acometido de uma grande dor de barriga, que deixou meu intestino solto, soltinho de tudo.
Minha mãe, que ja não se encontra mais entre nós, disse-me: Menino não chupe laranja, mas como não damos ouvido as nossas mães, fiz o que me foi proibido, e ainda mais, chupei mais de três.
Então depois de ter feito a arte, me afastei um pouco, ou seja fui para a rua, mas sem esquecer que estava tudo solto...
Depois de voltar da rua, almocei, e fiquei em casa, e a barriga dava uns roncos feroz, e que ronco. Então para que a situação ficasse ainda melhor, era necessário que alguém fosse até a padaria, e como era eu quem fazia o serviço todos os dias la vai eu todo todo.
No caminha encontrei uns amigos e falei com eles, estavam todos na escadinha do viaduto. Exlicando, quando o trem passa ou para é preciso usar as escadas na lateral do viaduto. Mas nesse dia não tinha trem tinha meu intestino solto.
Na volta da padaria, em vez de vir logo para casa resolvi subir a escada, e de repente senti a barriga roncar, mas não dei bola. Continuei subindo, depois de atravessar, preparei para descer, e meus amigos ainda estavam lá.
Novamente, senti um sopro, e cada vez a intensidade ia aumentando, e a aflição também, imagina a vergonha de "cagar" nas calças perto dos amigos. Fui controlando os sopros, e estava quase tendo um piripaque, até que terminei de descer.
Então tive a brilhante idéia de correr, ao mesmo tempo salvação e decepção, as laranjas desceram pelas pernas como água, e de uam só vez, e foi ai que lembrei das palavras de minha mãe, não chupe as laranjas.
E uma coisa fica no ar, até hoje não sei se meus amigos viram, mas sei que ficou sendo um fato tão engraçado que quando repito a história, não há quem fique sem rir. Até mesmo eu não aguento de tanto rir.

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