Hoje levantei cedo pensando no que tenho a fazer.
É minha função escolher que tipo de vida vou ter hoje.
Poso reclamar porque está chovendo ou
agradecer as águas por lavarem a poluição.
Posso ficar trise por não ter dinheiro
ou me sentir encorajado para administrar as
minhas finanças evitando desperdício.
Posso reclamar por minha saúde ou
dar graças por estar vivo.
Posso me queixar dos meus pais por não terem me dado
tudo o que eu queria ou por ser grato por ter nascido.
Posso reclamar por ter que ir trabalhar ou
agradecer por ter um trabalho.
Posso sentir tédio com as tarefas de casa ou
agradecer a Deus por ter um teto para morar.
Posso lamentar as decepções com os amigos ou
me entusiasmar com a possibilidade
de fazer novas amizades.
Se as coisas não saíram como planejei,
posso ficar feliz por ter hoje para recomeçar.
O dia está a minha frente esperando
para ser o que eu quiser.
E aqui estou eu, escultor que pode dar forma.
Tudo depende de mim.
Charles Chaplin
sábado, 28 de janeiro de 2012
domingo, 22 de janeiro de 2012
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
Inclusão!!!
Vamos trabalhar juntos para a construção de um mundo melhor hoje... e não pensar em deixar um mundo melhor para depois. Pois o começar depende de nós, e o continuar daqueles que vêem os bons exemplos. Todos pela Inclusão!!!
segunda-feira, 16 de janeiro de 2012
sábado, 14 de janeiro de 2012
Guaranis - Pe. Gildásio Mendes, sdb.
Ah, quero ver as serenatas,
ver crescer as nossas matas
e tocar um violão.
Ah, meu amigo, vem cantar,
pois o dia vai raiar
e morar nesta canção.
Ah, que saudade do poeta,
do artista e do profeta,
que o tempo eternizou.
Ah, como eu falei das flores,
liberdade beija-flores,
que meu coração sonhou.
Ah, ver crianças pelas praças,
paz e pipa, pão de graça,
como o cheiro de hortelã.
Ah, água pura ali na fonte
e a gente olhar os montes,
sem ter medo do amanhã.
Ah, o meu lindo continente
que fez do sangue a semente
para ver o sol nascer.
Ah, nossas matas tão bonitas,
verdes mares, canto a vida
quando o dia amanhecer.
Ah, quanta luta na fronteira,
tanta dor na cordilheira
que o condor não voou.
Ah, dança e terra guaranis,
de um a raça tão feliz
que o homem dizimou.
Ah, vou nos passos de um menino,
no meu coração latino
a esperança tem lugar.
Ah, quando bate a saudade,
abre as asas liberdade
que não paro de cantar.
ver crescer as nossas matas
e tocar um violão.
Ah, meu amigo, vem cantar,
pois o dia vai raiar
e morar nesta canção.
Ah, que saudade do poeta,
do artista e do profeta,
que o tempo eternizou.
Ah, como eu falei das flores,
liberdade beija-flores,
que meu coração sonhou.
Ah, ver crianças pelas praças,
paz e pipa, pão de graça,
como o cheiro de hortelã.
Ah, água pura ali na fonte
e a gente olhar os montes,
sem ter medo do amanhã.
Ah, o meu lindo continente
que fez do sangue a semente
para ver o sol nascer.
Ah, nossas matas tão bonitas,
verdes mares, canto a vida
quando o dia amanhecer.
Ah, quanta luta na fronteira,
tanta dor na cordilheira
que o condor não voou.
Ah, dança e terra guaranis,
de um a raça tão feliz
que o homem dizimou.
Ah, vou nos passos de um menino,
no meu coração latino
a esperança tem lugar.
Ah, quando bate a saudade,
abre as asas liberdade
que não paro de cantar.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
A Inocência do Coração!!!
Quem pode decifrar o que contém no coração do homem? Já que o o coração tem razões que a própria razão desconhece! Mas uma coisa é certa, dentro do coração habita sentimentos que são difíceis de serem destruídos, eles são apenas esquecidos, guardados de forma que não usamos mais.
Sentimentos esses que quando deixamos a sensibilidade aflorar somos capazes de perceber a mudança que causa em nossa vida. Falo aqui de muitos sentimentos que devido as nossas preocupações deixamos nas prateleiras do coração, bem no cantinho.
Porém, existe um que não desaparece, assim como os outros, falo da inocência, das coisas de crianças, das lembranças, das nossas não preocupações, apenas de não ganhar presente no Natal. Daqueles cheiros que de vez em quando lembramos. De perfumes, de coisas, de brincadeiras, de amigos, de colegas, da escola, da turma da rua, dos livros que não lemos, mas deveríamos ter lido. Das professoras, dos professores quando saímos da quarta série, e fomos para a quinta série (hoje sexto ano).
São coisas tão maravilhosas que por apenas um sorriso mudamos muitas coisas, sentimos mais a presença do Divino que agora adultos, duvidamos até mesmo das nossas sombras, as nossas atitudes foram moldadas nas circunstâncias da vida, e o amor parece que não existe.
Por isso, persisto na questão do nosso coração, ele guarda a nossa inocência. Da provas disso quando sentimos piedade misericórdia, compaixão, doação, atitudes desinteressadas e bondade nas ações de cada dia.
Que o Poderoso Ser do Universo, conhecido como Deus, ajude-nos a deixar as coisas intimamente guardadas em nosso coração, sempre prontas para serem usadas. Que o verdadeiro bem seja feito de maneira simples, que nós agora adultos, (isso também serve para quem é jovem), sejamos mais recíprocos nas coisas boas, que as coisas ruins sejam de nós afastadas. Que os seres de Luz, permaneçam sempre perto de nós, para que a luz da nossa inocência seja a porta aberta para as nossas virtudes, que deixamos de colocar em favor do próximo.
Portanto, acredito que somos capazes de deixar o nosso coração falar mais alto, e assim quem sabe acharemos o caminho para deixar um mundo melhor para um mundo que estamos construindo agora. Enfim, que possamos aprender a fazer o bem sem olhar a quem!!! ... nós nos tornamos responsáveis por aquilo que cativamos... Pequeno Príncipe.
Prof. Luís Carlos da Silva Soares - 06/01/2012.
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