O olhar para as pessoas me faz pensar no que elas estão a pensar. Da mesma forma que também elas podem pensar o mesmo de mim. Agora nesse instante divagando sobra as coisas da alma, e sobre as coisas da vida, que rumo tomar quando as coisas não sai como gostaríamos que acontecessem.
Estar envolto de acontecimentos, lugares cheios de gente, falam de lá e de cá, num interminável emaranhado de vozes que produz um barulho que não nos dá a possibilidade de entender o que esta sendo conversado ou falado, apenas oi, olá, barulhos, risadas, sei lá mil coisas.
Sentado nessa praça a observar todas essas coisas, não sei se há alguém também a me observar. Não estou sendo comum, até porque estou com uma agenda e uma caneta a escrever todas essas atividades ao meu redor. Confesso que isso me fascina, me faz pensar refletir, ir além. Como é gostoso de vez em quando praticar o ócio, talvez isso seja necessário na vida de cada um para facilitar a compreensão das coisas da vida.
E nesse momento começo a refletir sobre a minha vida, o que realmente quero que aconteça? Uma busca incansável pelo amor e a felicidade, e que na verdade acredito que uma eu consigo perceber nas pequenas alegrias do dia-a-dia, enquanto que a outra parece não haver uma tampa para minha panela.
Bem que se diz que a sorte gira para um só lado, e nesse momento ela se vira para o meu profissional. Mas, quero que ela um dia se volte para o meu pessoal, que acim de tudo também precisa estar bem.
E assim, depois de um certo tempo é possível perceber que as coisas vão se encaixando no decorrer da vida. E se as coisas esperadas não acontecem o importante é não desistir, é persistir e ir em frente. Por isso, acredito que o amor reserva algo para mim, ou se não por muito tempo ficarei nesta praça a divagar sobre esse amor que para mi nunca dá sinal de que vai chegar. Mas que continuarei a esperar...
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